O Mau Hálito e Suas Consequências
A Paralisia Cerebral não e contagiosa. A pessoa portadora de paralisia cerebral tem inteligência normal, a não ser que a lesão tenha afetado áreas do cérebro responsáveis pelo pensamento e pela memória. Se a pessoa portadora de paralisia cerebral tiver sua visão ou audição prejudicada pela lesão, terá dificuldades para entender as informações como normalmente são transmitidas; se os músculos da fala forem atingidos, terá dificuldade para comunicar seus pensamentos ou necessidades. Quando tais fatos são observados, a pessoa portadora de paralisia cerebral pode ser erroneamente classificada como deficiente mental ou não inteligente.
Sintomas: A paralisia cerebral atinge diversas regiões do cérebro. Dependendo de onde ocorre a lesão e da quantidade de células atingidas, diferentes partes do corpo podem ser afetadas. Pode gerar movimentos involuntários, alterações do equilíbrio, do caminhar, da fala, da visão, da audição, da expressão facial. Em casos mais graves pode haver comprometimento mental.
DiagnósticoGeralmente, a paralisia cerebral não pode ser diagnosticada durante a primeira infância. Quando problemas musculares (p.ex., desenvolvimento insatisfatório, fraqueza, espasticidade ou falta de coordenação) são observados, o médico tenta acompanhar a criança, para determinar se o problema é causado pela paralisia cerebral ou por um distúrbio progressivo, principalmente algum que pode ser tratado.
Tratamento: A paralisia cerebral não tem cura, seus problemas duram toda a vida. No entanto, muita coisa pode ser feita para prover à criança o máximo de independência possível. A fisioterapia, a terapia ocupacional, os coletes e a cirurgia ortopédica podem melhorar o controle muscular e a deambulação. A fonoterapia pode tornar a fala muito mais clara e pode ajudar nos problemas de alimentação. As convulsões podem ser prevenidas com o uso de medicamentos anticonvulsivantes. A fisioterapia na criança deve consistir no treinamento específico de atos como: levantar-se, dar passos ou caminhar, sentar-se, pegar e manusear objetos, além de exercícios destinados a aumentar a força muscular e melhorar o controle sobre os movimentos. Em resumo, a fisioterapia prepara a criança para uma função, mantém as já existentes ou as aprimora, trabalhando sempre com a finalidade de reduzir a espasticidade.
.......................Portanto prevenir é melhor! Antes de engravidar os futuros pais devem procurar um médico e fazer exames de compatibilidade sanguínea. E durante a gravidez, deve haver o acompanhamento médico e feito toda a rotina pré-natal. Procure um profissional especializado e realize o parto em um hospital que possua uma UTI neonatal. Após o nascimento fique atento ao desenvolvimento motor do bebê, se consegue rolar, sustentar a cabeça, sentar-se. Se isso não ocorrer em tempo hábil procure o pediatra.
Talita Gomes Sardinha
Fisioterapeuta – Atendimento Domiciliar
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